segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A Bioética energética - porquê?

Potter criou uma nova denominação - Ética Global (Global Ethics) - para expressar sua concepção de uma ética abrangente em todos os aspectos da vida no planeta.
A energia e atividade humana que a maneja ao produzir e consumir faz parte de uma conduta que tem influencia na auto-renovação e sobrevivência
Os textos, a seguir, de autoria do Prof. Aldo Leopold, foram os que primeiro definiram esta nova abordagem ética.
"A mais importante característica de um organismo é a sua auto-renovação interna conhecida como saúde."(p.194)
"Ética é a diferenciação da conduta social da anti-social para o bem comum." (p.238)
"As obrigações não tem sentido sem conciência, e o problema que nos defrontamos é a extensão da consciência social das pessoas para com a terra."(p.246)
"A ética da terra simplesmente amplia as fronteiras da comunidade para incluir o solo, a água, as plantas e os animais, ou coletivamente: a terra. Isto parece simples: nós já não cantamos nosso amor e nossa obrigação para com a terra da liberdade e lar dos corajosos ? Sim, mas quem e o que propriamente amamos ? Certamente não o solo, o qual nós mandamos desordenadamente rio abaixo. Certamente não as águas, que assumimos que não tem função exceto para fazer funcionar turbinas, flutuar barcaças e limpar os esgotos. Certamente não as plantas, as quais exterminamos, comunidades inteiras, num piscar de olhos. Certamente não os animais, dos quais já extirpamos muitas da mais bonitas e maiores espécies. A ética da terra não pode, é claro, prevenir a alteração, o manejo e o uso destes 'recursos', mas afirma os seus direitos de continuarem existindo e, pelo menos em reservas, de permanecerem em seu estado natural."(p.204)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Energia - um bem comum da humanidade

No consumo, o Inmetro e o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), da Eletrobrás, deram um grande passo com o Selo Procel de Economia de Energia, que foi instituído por Decreto Presidencial em 8 de dezembro de 1993. O objetivo do Selo Procel é orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria, proporcionando assim economia na sua conta de energia elétrica. Também estimula a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e a preservação do meio ambiente. O governo tem incentivado inclusive as pessoas que têm aparelhos muito antigos em casa a troca-los por mais econômicos: “Gestos como esses tomados isoladamente podem parecer insignificantes, mas influem decisivamente nas macrocondições ecológicas e socioeconômicas. ‘O governo não terá necessidade de fazer uma usina de 600 megawatts porque vai haver menor consumo de energia’, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ao anunciar, em fevereiro passado, o programa nacional para substituição de 10 milhões de geladeiras antigas, que gastam muito e ainda utilizam gases CFC em seu funcionamento” (boletim Ethos 15/4/09).
O Ethos também alerta: “Outro fator que aumenta o gasto com eletricidade é a ausência de boa ventilação e iluminação naturais. Somente agora o conceito de ecoconstrução ou bioconstrução está ganhando força e esses aspectos começam a ser priorizados. Quem vive ou trabalha em casas e prédios tradicionais pode buscar adaptações, como usar telhas transparentes, ampliar janelas ou abrir mão de algumas paredes para melhorar a eficiência do espaço nesses quesitos”. “Faz sentido, por exemplo, a profusão de televisores de tela plana que vemos tomando conta das cidades? Há televisores nas padarias, mercados, shoppings, cinemas e restaurantes funcionando o tempo todo, mesmo que ninguém esteja olhando para eles. Dentro de casa, ter aparelhos ligados também já virou rotina. O silêncio parece incomodar e o gesto de acionar um rádio, uma TV ou o computador é feito, muita vezes, de forma automática, sem nos darmos conta dele.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Blanço ético social para combater a "maldição dos recursos"

Os modelos para atenuar "a maldição dos recursos" derivam num debate sobre a criação e os diversos modelos de estabilização e fundos de poupança. Os três principais objetivos dos fundos de recursos são proteger a economia da volatilidade dos preços, para conservar para as futuras gerações e atenuar os possíveis efeitos da doença holandesa. O ponto é que, para os diferentes objetivos, os governos economizam mais ou algumas das receitas das exportações de recursos. Aqueles que defendem a criação do fundo de estabilização apresentados casos de sucesso como o governo da Noruega, o Fundo Petrolífero e o Fundo de Reserva Permanente do Alasca, ambos são bem sucedidos em criar grandes economias e são bem geridos. No entanto, esses que argumentam contrariamente ao ponto de que os fundos de que o sucesso do fundo depende da sua boa gestão (recursos como garantia de prestação de contas e transparência). Para alcançar estas condições os governo têm que ter boas práticas de governança, que são susceptíveis de proporcionar uma boa base para a gestão das receitas, mesmo na ausência de um fundo de poupança. Assim, tem-se argumentado que, em países onde as práticas são não pobres, a criação de um fundo de poupança só conduz ao desperdício e aumentar a criminalidade. Além disso, os países mais pobres, que precisam de investimento na sua infra-estrutura e elevação do nível de pobreza, podem achar que a política sobre os impostos de depósitos poupança são altamente impopulares, bem como objetivamente prejudiciais.

domingo, 30 de agosto de 2009

em atualização

terça-feira, 28 de julho de 2009

postagem

a aguardar

terça-feira, 30 de junho de 2009

junho

a inserir

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Equidade e segurança

Em momento algum o presidente atual anunciou como plataforma de campanha que iria desnacionalizar os principais setores da economia brasileira. Ele mostrava os cinco dedos da mão, prometendo melhores condições de saúde, educação, segurança, emprego (trabalho) e agricultura.
O setor energético, estranhamente avaliado inicialmente em US$ 100 bilhões e por alguns em US$ 60 bilhões, e agora, como sempre, brutalmente subavaliados, não pode ser privatizado, sem que seja transferido o monopólio de estatal em privado. Caso contrário, como envolve os setores de geração, transmissão e distribuição, exigindo vultosos investimentos, será "canibalizado", perdendo o efeito sinérgico e provocando graves conseqüências, inclusive com o risco de "apagões" permanentes, do que é exemplo este racionamento ridículo, comprometendo o esforço de desenvolvimento nacional, que ficará a mercê dos interesses estrangeiros, pois a energia é o principal vetor do desenvolvimento.
Neste caso a energia é uma área que respeita á própria segurança nacional, pelo que a sua alienação para um controlo unicamente privado pode causar sérios riscos internos
 
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